terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Eu sabia que tinha que haver uma razão para eu aprender a nadar
An Australian state is offering internationally what it calls "the best job in the world" -- earning a top salary for lazing around a beautiful tropical island for six months.
The job pays 150,000 Australian dollars (105,000 US dollars).
In return, the "island caretaker" will be expected to stroll the white sands, snorkel the reef, take care of "a few minor tasks" -- and report to a global audience via weekly blogs, photo diaries and video updates.
The successful applicant, who will stay rent-free in a three-bedroom beach home complete with plunge pool and golf buggy, must be a good swimmer, excellent communicator and be able to speak and write English.
Deputados pãozinho sem sal
Optimização de recursos é o que é: reduz-se o sal no pão para o espalhar nas estradas quando neva.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Para todos um Feliz 2009
Para todos os que visitam esta casa na Sibéria deixo-vos os meus votos para 2009 nas palavras de Victor Hugo.
Vitor Hugo (Poeta e escritor francês, 1802-1885)
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Thank you for being a friend
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Não é frango, é perú
Regresso ao passado
Há uns tempos atrás foi aquele episódio da visita da PSP ao Sindicato de Professores da Região Centro, na Covilhã. Há menos tempo vieram os militares, na pessoa do general Loureiro dos Santos, recordar-nos que a sua insatisfação pode levar a “actos de desespero capazes de gerar consequências de gravidade, que julgaríamos completamente impossíveis de voltar a acontecer. Depois, nacionalizou-se um banco, o BPN, e agora veio a agência Lusa pôr o laço em cima do embrulho proibindo a utilização da palavra “estagnação” nas notícias sobre a situação económica do país.
Portugal tem painel de comandos e um espertalhão qualquer deu com ele, carregou no “rewind” e não tira de lá o dedo.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Tranquilidade
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Dedicado à minha mana mana
E quem pensa que eu e o “Animal” não temos nada em comum é porque nunca viu o meu cabelo.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Em que "guichet" se entrega a "application"?
Deus, se me lês, fica a saber que não me importo que lhe mostres a porta. Mas, por favor, não lhe dês as chaves.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Mais 40 menos 40
E eu sou, digamos assim, da geração do Enrico Caruso. Somos de 73. Mais século menos século.
ASAE em Guantánamo
Contratem a ASAE e atingem o objectivo 99 dias antes do previsto.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
World Idol

Para o karaoke é só seguir este link: http://elections.nytimes.com/2008/results/president/speeches/obama-victory-speech.html#
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Resposta à pergunta feita nos comentários do post anterior
Não, agora a sério: é mesmo só cansaço, um supremíssimo cansaço...
O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
terça-feira, 17 de junho de 2008
No site d' A BOLA, hoje
62' GOLO de De Rossi (Itália)
Para quem não sabe o que é feito de Gabriel Alves esta desfeito o mistério: escreve n'A BOLA.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Ficção ou realidade
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Pouca sensibilidade e nenhum bom senso
1984, 2000, 2006
Vou ali e já não venho
Mais do que capacidade para atrair os emigrantes e carinho para os acolher é fundamental recomendar-lhes um bom médico, psiquiatra de preferência. Só alguém declaradamente louco põe sequer a hipótese de voltar para aqui quando a maior parte dos que cá estão só pensa em sair.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
É a vida
* espero estar tão certa com esta previsão como esteve o Vasco Pulido Valente quanto à nomeação de Mitt Romney pelo partido republicano.
E a América nunca mais será a mesma
Si jamais John McCain, le candidat républicain, remporte l’élection présidentielle américaine de novembre, Susan Sarandon aurait promis lors d’une interview avec World Entertainment News de quitter les Etats-Unis pour aller vivre en Italie ou au Canada avec son compagnon, l’acteur Tim Robbins. L’actrice, qui soutient Barack Obama, n’est pas la première star d’Hollywood à faire part de telles intentions.
Itália, pois. Até porque o Berlusconi é mesmo a « white bald version » do Barack Obama...
Sous les pavés...quoi?
"(...) lançamento de petardos às "pedras da calçada" a voarem em direcção aos vidros de um edifício da comunidade e carros virados do avesso"
Ó senhores, é “sous les pavés la plage”, não é “sous les pavés la mer pleine de poissons”.
Ficar à porta do cinema a olhar para os cartazes
terça-feira, 3 de junho de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
O roto e o nu
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Por qué no se callan?
E viram este video ontem?
Sócrates e Louçã no “ParlamentE"
E então, ainda sou só eu que acho que estão bem uns para os outros?
sábado, 24 de maio de 2008
Festival das Comunidades Migrantes
Brasil, douze points
Shakaia
Eurovision drag queen contest

Quanto aos manos Rosado, versão Azerbeijão, acabo de receber este sms: “Aqui é o Jean Paul Gaultier que é o comentador. Ele diz que a ver pelas asas dos anjos, devem ter depenado 10000 frangos”.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Estão a dar não sei o quê não sei onde VI
Estão a dar não sei o quê não sei onde V
domingo, 11 de maio de 2008
Estão a dar não sei o quê não sei onde IV
Estão a dar não sei o quê não sei onde III
Estão a dar não sei o quê não sei onde II
Estão a dar não sei o quê não sei onde
domingo, 27 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Wake up and smell the poop
A produção de “kopi luwak” obedece a um método natural. As bagas são ingeridas pelo “luwak”, nome nativo dado a uma espécie de gato em vias de extinção (civeta, em português), digerem a polpa mas por não conseguirem digerir os grãos estes são expelidos com as fezes. O sistema digestivo do “luwak” possui uma enzima que contribui para reduzir a acidez, daí resultando um café mais aromático, mais doce e com um sabor achocolatado. Dizendo isto de uma maneira mais pragmática: é um café feito a partir de grãos extraídos do cócó de um gato.
O que torna o “luwak” um animal tão especial é o facto de, além de estar em extinção e de expelir fezes mais caras que marisco, possuir um apuradíssimo olfacto que lhe permite seleccionar as melhores bagas de café. Não surpreende por isso que a sua produção se limite a menos de 300 kilos por ano. Não consigo, contudo, deixar de pensar que talvez contribua para o aumento do preço a escassez de mão de obra. É que não deve ser fácil encontrar gente disponível para apanhar esta pepita castanha.
Para quem estiver interessado lamento informar que em Portugal esta raridade ainda não é comercializada. Mas como o euromilhões produz excêntricos todas as semanas, se foi você a acertar nos cinco números e duas estrelas e além disso não se repugna com facilidade, dê um pulinho a Londres e faça uma paragem no estaminé de Peter Jones, em Sloane Square. Se, apesar de excêntrico, tem o tempo muito ocupado, pode sempre comprar uma destas caixinhas ( a imagem à direita NÃO É uma barra de chocolate de cereias):

Aos senhores do PSD
Sit Down Comedy
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Foi o melhor que consegui inventar
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Escrever em blogues pode ser prejudicial à saúde
ai shéll sei dis ouneli uance
Vasco Pulido Valente
Já se começaram a organizar, afinal. Aqui: http://www.youtube.com/user/MudarPortugal.
Para quem não se cansar de ouvir Menezes a pôr em prática o seu próprio acordo ortográfico: “telebisibo”, “competitibo”, “desenbolbimento”, “ponto de bista”, ou “fédiber”*. E no que toca ao inglês Sócrates não se fica a rir: “Rite my lips???”
* fait-divers, antes do acordo
Coisinhos
Ao ponto a que o DN chegou, um título destes ainda nos faz pensar que se trata do resultado de uma sondagem quanto ao destino de duas personagens de uma qualquer novela da TVI. Lê-se a notíca até ao fim e chega-se à conclusão que para o DN é disso mesmo que se trata, de um folhetim:
A dona Amélia, 57 anos a fazer no sábado, que se apresenta como "operária, pronto, mulher a dias", e desde o primeiro episódio uma fanática do folhetim do Tribunal de Torres Novas, concorda absolutamente: "A miúda é muito esperta... Com a idade que ela tem... porra." Quanto ao mau da fita, é, claro, Baltazar: "Se eu fosse bala estava morto". Uma certeza mortífera, temperada pelo alegre grupo de alunos da secundária local, que veio "ver o movimento": "O coronel é que devia ficar com a miúda, não é?"
Para os que pensam que o estilo de prosa não é digno de um jornal (que já foi) de referência deixem-me que vos recorde que o DN é publicado no mesmo país onde o primeiro ministro se dirige a um lider parlamentar da oposição pedindo-lhe que “diga lá qualquer coisinha” . Sounds like poetry, porra!
P.S. Dona Amélia, se ler isto no sábado...parabéns.
IRC, o Imposto sobre o Rissol de Camarão
terça-feira, 8 de abril de 2008
Madeira's fool
Deputado do PND propõe estátua de Jardim com 50 metros e escada interior
A Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) agendou para hoje a iniciativa do PSD de um projecto de resolução que homenageia Jardim e os seus 30 anos de governação. Aproveitando a homenagem, Baltasar Aguiar, deputado do PND, requereu ontem a apreciação de outro projecto, da sua autoria, intitulado "Construção de uma estátua do dr. Alberto João Jardim", tendo os serviços da ALM solicitado parecer jurídico prévio à sua admissibilidade. Diz o PND que Jardim é uma "figura incontornável da nossa história recente, nomeadamente pelas muitas obras públicas que tem realizado por toda a ilha". O projecto diz que "este ilustre e intrépido guia e mentor do Madeirense Novo merece uma mais significativa homenagem, que lhe é devida em plenitude do seu Governo, não depois da sua jubilação". Assim, propõe-se que a ALM recomende ao Governo Regional a "construção de uma estátua em bronze ou outro metal nobre, com cerca de 50 metros de altura, que represente o amado líder da Madeira Nova, dr. Alberto João Jardim". O PND "defende" que essa estátua "seja colocada no cimo do antigo Forte de S. José, na entrada do porto do Funchal (Pontinha); que seja concebida de forma a possuir uma escada interior que permita aos visitantes a subida até à altura da cabeça dessa obra de arte, de onde poderão observar a baía e a mui nobre cidade do Funchal, através dos olhos do seu amado líder". Mais: "Que, na base do pedestal, sejam colocadas pequenas rodas em aço, como nos antigos moinhos da ilha do Porto Santo, ligadas por correias transmissoras a um mecanismo propulsor interno, que permita que a estátua acompanhe o movimento do sol, como fazem os girassóis; que, na altura do zénite do astro-rei, emita a estátua um forte silvo, que simbolize para as gerações vindouras os imortais dotes oratórios de Jardim; que a energia necessária ao movimento de rotação e apito da estátua seja fornecida pelas ondas do mar".
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Roads
PORTISHEAD
Ohh, can't anybody see
We've got a war to fight
Never found our way
Regardless of what they say
How can it feel, this wrong
From this moment
How can it feel, this wrong
Storm.. in the morning light
I feel
No more can I say
Frozen to myself
I got nobody on my side
And surely that ain't right
And surely that ain't right
Ohh, can't anybody see
We've got a war to fight
Never found our way
Regardless of what they say
How can it feel, this wrong
From this moment
How can it feel, this wrong
INSTRUMENTAL
How can it feel, this wrong
From this moment
How can it feel, this wrong
Ohh, can't anybody see
We've got a war to fight
Never found our way
Regardless of what they say
How can it feel, this wrong
From this moment
How can it feel, this wrong
quinta-feira, 27 de março de 2008
Private joke
A Comissão Europeia advertiu hoje que bloqueará as importações de mozzarella italiana se as autoridades do país transalpino não facultarem informação suficiente sobre os elevados níveis de contaminação deste produto antes das 18:00 horas.
Cá em casa esta notícia não nos afecta muito. Só comemos mozzarella portuguesa.*
* normalmente conhecida em Portugal como “queijinhos frescos” :-)
sábado, 15 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Wake me up when October ends
segunda-feira, 3 de março de 2008
Tarde demais
Marion Cotillard : J'ai tendance à être plutôt souvent de l'avis de la théorie du complot.
Xavier de Moulins : Un peu parano ?
M. C. : Pas parano, non c'est pas parano parce que je pense qu'on nous ment sur énormément de choses : Coluche, le 11 septembre. On peut voir sur internet tous les films du 11 septembre sur la théorie du complot. C'est passionnant, c'est addictif, même.
X. de M. : Sur le 11 septembre par exemple, toi, qu'est-ce qui t'a le plus troublée, concrètement ?
M. C. : On te montre d'autres tours du même genre ayant pris des avions, ayant brûlé… il y a une tour, je crois que c'est en Espagne, qui a brûlé pendant 24 heures.
X. de M. : Avant de s'effondrer ?
M. C. : Elle ne s'est jamais effondrée ! Aucune de ces tours ne s'effondre. Et là, en quelques minutes, le truc s'effondre. Et puis après, on peut en parler longuement… Parce que c'était bourré d'or les tours du 11 septembre. Et puis c'était un gouffre à thunes parce qu'elles ont été terminées, il me semble, en 1973 et pour recâbler tout ça, pour le mettre à l'heure de toute la technologie et tout, c'était beaucoup plus cher de faire des travaux etc. que de les détruire...
[A ce stade, il semble que le reste de sa tirade ait été coupé au montage, pour en arriver à la conclusion :] Est-ce que l'homme a vraiment marché sur la lune ? J'ai vu pas mal de documentaires là-dessus et ça, vraiment je m'interroge. Et en tout cas je ne crois pas tout ce qu'on me dit, ça c'est sûr.
Encontrado em http://www.marianne2.fr/, o site que deu origem à polémica. Ver aqui
There "is" idiots everywhere
No passado sábado encontrei no “The Huffington Post” uma notícia sobre Marion Cotillard. Em circunstâncias normais uma notícia que envolve franceses, desde que não seja Sarkozy, passa-me ao lado. Mas o título era este: ”Marion Cotillard’s 9/11 and moon landing conspiracy theories”. Tive que ler.Segundo o artigo a actriz recentemente galardoada com um “Oscar” não acredita na versão oficial dos acontecimentos de 11 de Setembro e tem sérias dúvidas quanto à chegada do Homem à lua. Mademoiselle Cotillard não diz que 9/11 nunca aconteceu mas acredita que foi um “inside job”. O vídeo não acompanhava o artigo mas não se incomodem que eu fui à procura:
Como diria Santana Lopes, ver isto foi um grande sacrifício pessoal. E tive de ver várias vezes porque esta é a versão original, em francês e sem legendas. Ainda me dói a cabeça.
A jovem Marion defende a teoria segundo a qual as torres, dadas por concluídas em 1973, estavam a custar imenso dinheiro em manutenção pelo que a sua destruição seria um negócio mais rentável. Eu, que li e vi isto no sábado, não comentei logo o assunto porque pensei que este vídeo era uma cabala qualquer, uma espécie de montagem urdida pelas conspirativas cabecinhas da Cate Blanchette, Julie Christie e Laura Linney. A Ellen Page parece que não alinhou porque anda demasiado ocupada a elaborar um plano para destruir os boatos sobre a sua orientação sexual.
Da menina ainda não se ouviu qualquer comentário à divulgação destas imagens que são de Fevereiro de 2007 mas o advogado já disse que as afirmações foram retiradas do contexto. O contexto não sei então qual seria mas o cenário parece que são umas catacumbas quaisquer em Paris. Perfeito portanto para alguém com tanta teia de aranha na cabeça. Provavelmente também acredita que o Elvis está vivo e que o Churchill nunca exixtiu. Pelo menos nesta última está bem acompanhada como atestam notícias recentes.
A acreditar assim em teorias da conspiração não me surpreenderá se daqui a uns dias a Marion vier dizer que naquele vídeo não é ela mas a Edith Piaf a passar-se por ela.
Como se diz na terra do tio Sam e dessa cambada de forretas que até explodem torres só para não gastar dinheiro a arranjar escadas rolantes, não passam de “bullshit” as opiniões da actriz mas considero-as graves o suficiente para ameaçar seriamente as aspirações de internacionalização da carreira.
P.S. Leio agora que Marion Cotillard é uma activista ambiental. Aguardo ansiosamente pela opinião que terá quantos às teorias de Al Gore.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
"Bitch is the new black"
Em Portugal ainda não temos o privilégio de ver Tina Fey. Depois de durante vários anos ter escrito para o Saturday Night Live e de ter sido a primeira mulher a chefiar a equipa de redacção, Tina Fey regressou ao programa como “hostess”. Criadora e protagonista da série “30 Rock”, actualmente em transmissão na NBC, o vídeo acima é o segmento “Weekend Update”.
252 anos depois está tudo explicado
Em Israel e não só. Eu sempre desconfiei daquelas roupinhas e cabelinhos que se usavam ali por volta de 1755.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Let's party
Ao contrário do ano transacto não vou analisar em pormenor o que aconteceu no Kodak Theatre. Primeiro, porque não aconteceu grande coisa; segundo, porque a capacidade física, que tem andado pelas ruas da amargura, não me permitiu aguentar além das três da manhã. Mas gravei e já vi. E bocejei. E fiz muito “fast forward”, o que dá imenso jeito cada vez que os comentadores da TVI abrem a boca. Não sei que disparates terão dito este ano e parece-me que isso é bom para mim.
Foi uma noite murcha, sem centelha de brilho. Jon Stewart tem, na minha perspectiva, o mesmo problema de Conan O’Brien: depois da piada, a pausa e expressão facial à espera dos aplausos.
Quanto à cerimónia propriamente dita não houve um único momento digno de ficar na memória. Em palco nada mais aconteceu para além das prestações por parte dos nomeados para melhor canção. E, fraquinhas como eram, melhor era não terem acontecido. Até a repescagem de momentos passados foi a prova que a cerimónia foi preparada em cima do joelho, fruto da indecisão quanto à greve dos argumentistas. Quem tenha em casa aqueles DVD ou VHS que celebram os “Oscars’ Greatest Moments” identificou uma boa parte deles (o discurso em linguagem gestual de Louise Fletcher, o nu que atravessa o palco atrás de David Niven, as “new faces on the old faces” de Johnny Carson...), o que prova que nem se deram ao trabalho de fazer nova pesquisa de imagens.
Não vou também comentar os trajes que se exibiram. O Oscar de melhor actriz secundária, atribuído a Tilda Swinton, foi dos primeiros da noite e, depois de confrontar os meus olhos com uma indumentária daquelas, qualquer trapinho parecia “haute couture”.
Os discursos também não merecem grandes observações. Não se repetiu o momento Gwyneth Paltrow, a chorar baba e muco nasal, ou o momento “bebi 32 cafés e tomei uma quantas pastilhas” de Cuba Gooding Jr. Pelo contrário, a ver pela quantidade de sotaques diferentes que tivemos este ano, sugiro legendagem em 2009. E já agora, no que diz respeito a sotaques, a tradição já não é o que era: onde é que já se viu, um espanhol a falar inglês em condições? Bardem que ponha os olhos em Penélope Cruz (segundo as revistas cor de rosa, as mãos já ele pôs...) e em Antonio Banderas.
Mas nem tudo foi banal nesta noite. Destaco como melhor momento ver Cormac McCarthy em pé, no meio da plateia, a aplaudir efusivamente os irmão Coen pela adaptação da sua obra, “No country for old men”. Nada mal para quem, até há menos de um ano, nunca tinha dado uma entrevista televisiva ( e apenas duas para a imprensa escrita) ao longo de uma carreira de 40 anos. É caso para dizer: a noite dos Óscares é “no place for shy men”.
P.S. Para celebrar o 1° aniversário, e como por aqui as festas não costumam ser regadas a “champagne”, mudou-se apenas a decoração ali em cima. Sempre fica melhor em dia de festa. Mesmo correndo o risco de parecer abichanado :-)
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Muita parra, pouca uva
O senhor que aqui vemos, em pânico, é o senador Kirk Watson, do Texas, apoiante de Barack Obama. Convidado para um debate com Stephanie Tubbs, apoiante de Hillary Clinton, no programa de Chris Matthews na MSNBC, ficou em apuros quando lhe foi feito um pedido: “name some of his legislative accomplishments... name any...". Gaguejou, tentou mudar de assunto e não chegou a lado nenhum. A única desculpa para a falta de preparação deste defensor de Obama é ele ter pensado qua a MSNBC era a SIC e que o Chris Matthews era o Ricardo Costa.
Kirk Watson não foi capaz de mencionar nenhuma medida de Obama porque “hope” e “change” não são determinadas por decreto.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Hotelãzinha? Coentrinho?
"Gastão Salsinha proclama-se substituto de Alfredo Reinado"
Com um nome destes ainda é confundido com um elemento da Turma da Mónica
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Caixões Vilaças, caros comó caraças
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Valentine's Day
Para verdadeiramente celebrar o dia de S. Valentim deixo-vos com um poemazinho que relata a minha história e do meu ex. Desculpem se algumas frases vos parecem familiares mas estou muito cansada e não me apetece ter de inventar tudo:
It was many and many a year ago,
In a kingdom by the sea, (1)
Andava eu a apanhar mexilhões
Quando levantei a cabeça e te vi
“Come live with me and be my love” (2)
Disseste logo de uma assentada
Deixei cair os mexilhões
Eh pa, fiquei lixada
“Come slowly, Eden
Lips unused to thee.” (3)
Não me venhas com falinhas
Que os mexilhões não são p’ra ti
"Let us go then, you and I,
When the evening is spread out against the sky" (4)
Mas é melhor não irmos pelas rochas
Porque quem escorrega também cai
"Love is like the wild rose-briar,
Friendship like the holly-tree" (5)
Com a poesia já me deste a volta
Os mexilhoes sempre são para ti
“i carry your heart with me” (6)
mas tens de ser discreto
é que se a asae te apanha
vais dentro, isso é certo
"Marriage is not
a house or even a tent" (7)
É uma espécie de barraca
Que costuma dar muita gente
"How do i love thee
Let me count the ways" (8)
Os dias foram doze
Do Natal até aos Reis
"What if I say I shall not wait?
What if I burst the fleshly Gate" (9)
Por mim diz o que quizeres
Em ti não há nada que se aproveite
"I have done it again.
One year in every ten" (10)
Conheço um gajo porreiro
E ao fim de uns dias largo o man
"O CAPTAIN! my Captain! our fearful trip is done;" (11)
E já durou mais do que eu estava à espera
Afinal ainda não é desta
Que um namorado chega à primavera
(1) Edgar Allan Poe
(2) Cristopher Marlowe
(3) Emily Dickinson
(4) T.S.Elliot
(5) Emily Bronté
(6) e.e.cummings
(7) Margaret Atwood
(8) Elisabeth Barret Browning
(9) Emily Dickinson
(10) Silvia Plath
(11) Walt Whitman
P.S. 1. Para quem gosta de implicar e vier dizer que entre o Natal e os Reis não há mexilhão de jeito experimentem encontrar uma palavra em inglês que rime com Páscoa.
P.S.2.Atendendo ao teor do poema decerto notarão que além do do dia de S. Valentim se celebra já por antecipação o 1° de Abril...
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
E médico de familex, não se arranjex?
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Husband swap
A dona Maria Braselina nem queria acreditar quando viu que o homem que lhe entregaram em casa não era o mesmo a quem ela se tinha entregue perante Deus. Mas acabou por acreditar, ao fim de muitas, mas mesmo muitas, dicas.
Segundo relatou a própria aos jornalistas a neta já lhe tinha feito sinal a avisar que aquele não era o avô mas ela nem ligou. Ora, aqui falta informação, porque numa notícia o detalhe é tudo. Ou acham que é em vão que me chamo nitpicker?
Que tipo de sinal terá sido esse? Uma piscadela de olhos? Um fungar seguido de tosse fictícia? Linguagem gestual porque a avó ouve mal? (que ela vê mal é conclusão fácil de tirar). Penso que não. A ver pela pouca atenção que a dona Maria prestou à neta só pode ter sido uma coreografia de gestos como aqueles que os jogadores de “baseball” são exímios a executar. O que é certo é que não acreditou nela. Afinal a miúda tem só 12 anos e parece que na família a capacidade para reconhecer o próprio avô só chega mais tarde, junto com a capacidade jurídica e a capacidade de atar os atacadores sem ficar com um dedo preso. Isto para as meninas porque para os meninos o que vale é a capacidade de fechar o fecho “éclair” das calças sem ficar com a ...hmm...”there’s something about mary” entalada.
Mas dona Maria continuava com a pulga atrás da orelha. E um elefante à frente dos olhos a julgar pela dificuldade em perceber que aquele não era o seu homem. A desconfiança adensou-se quando viu a cara esfacelada. Façamos um exercício: fechemos os olhos e imaginemos a dona Maria, vergada sobre a maca, a alguns centímetros do rosto daquele homem, a desconfiar em silêncio, enquanto cofia o queixo: ” Hmm, este não parece nada o meu Zé. Ouve lá, põe lá a cara de lado. Agora do outro. Hmm... Há aqui qualquer coisa que não tá bem... Oh Carina, traz aí uma fotografia do avô”.
Mas como a cara não lhe revelava informação suficiente virou-se para os pés e fez-se luz. Ou alguém acendeu a luz, vá lá saber-se. Quando somos levados a pensar que o sr. Raposo terá nos pés alguma marca de nascença ou uma unha encravada que o diferencia de qualquer outro utente do SNS descobrimos que é a ausência de meias que tudo esclarece. É normal. Eu não sou casada mas calculo que uma mulher até pode não reconhecer o marido quando o olha olhos nos olhos mas uns pés nús disspam qualquer dúvida. Foi então que dona Maria desbafou: “Que me caia já aqui um velho de Anadia se este não é o meu marido”.
Dona Maria tinha há dias visto o José Rodrigues dos Santos, no Telejornal, a falar de uma moda entre casais chamada “swing” mas nunca imaginou ver-se nessa situação, ainda para mais sem a parte divertida. E a calma que até aí tinha exibido desapareceu: “O senhor que estava na maca ainda me agarrou na mão e disse: ‘Tens a mão tão fria!’ Aí é que fiquei passada e disse ao bombeiro: ‘Leve-o daqui por favor que ele não é o meu homem!’”. Presume-se que foi o tom delicado do falso marido que o traiu. Zé Raposo nunca usaria tanta cortesia. “F***-se, que tens as patas geladas” teria sido o comentário se se tratasse do amor da sua vida.
A família não quer apresentar queixa porque já teve “chatices suficientes” mas dona Maria teme que o marido “ganhe medo ao hospital e não queira lá voltar”. Eu, no lugar do sr. Raposo não teria medo de voltar ao hospital. Mas com uma família destas eu teria medo, muito medo, de voltar para casa...
Tejo's Eleven
Eu até tenho a sorte de ser uma solteirona a viver com a mamã por isso não pago renda. Mas imagino como deve ser difícil largar 500€ todos os meses. Imagino porque tenho uma amiga que paga isso por um T0 em Lisboa.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Why I Love America
Nao sei quem é aqui o verdadeiro artista: se Barack Obama, se quem escreveu o discurso (caso não tenha sido o próprio) ou o autor da ideia de o transformar em canção (ou devo antes dizer, hino?). É um trabalho da autoria de Will.i.am, dos Black Eyed Peas, e conta com a participação de Scarlett Johansson, Herbie Hancock, Kate Walsh (Grey’s Anatomy), John Legend, Amaury Nolasco, entre outros. É um “must see video”.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Madam President
"It took a Clinton to clean after the first Bush and I think it might take another one to clean up after the second"
A frase acima proferida e transcrita tem tanto de “sound bite” como de verdadeiro. Os EUA são hoje uma imensa casa desgovernada, sem liderança, a precisar de uma verdadeira limpeza. Hillary Clinton é a pessoa ideal para o fazer. Barack Obama pode vir daqui a uns anos para tratar da decoração.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Eu é que sou o engenheiro
Se estavam com saudades de ver o primeiro ministro entalado é só ler a notícia em destaque na edição de hoje do “Público”. Segundo este jornal, na década de 80 José Sócrates assinou vários projectos de engenharia e arquitectura que não eram da sua autoria. São conhecidas como “assinaturas de favor” mas, enfatizam os especialistas, não constituem crime. São meros esquemas ardilosos para contornar a lei, portanto.
Quem se lembra deste post e quem me conhece sabe que nutro um especial interesse pela construção civil. Não, não é a minha área profissional mas numa determinada fase a minha vida rodopiou à volta de projectos de arquitectura, cálculos de ferro, licenças de construção, câmara municipal , engenheiros e trolhas.
Não acredito que seja preciso ter um passado de tijolo e cimento como o meu para saber que esta prática é corrente em qualquer câmara municipal deste país. E é com muita certeza que digo que esta não é a pior embora isso não a torne menos grave. Porque se é verdade que há muitos engenheiros que assinam projectos que não são seus muitos outros há que são responsáveis pelo acompanhamento da obra e só marcam presença uma vez por mês para lembrar ao proprietário que está na altura do pagamento. Nessa altura pegam no livro de obra, perguntam ao empreiteiro (se ele lá estiver, se não ao primeiro servente que lhe apareça à frente) “o que é que fizeram?”, assina o livro e despede-se sempre a olhar para o chão certificando-se que não leva lama nas botas Timberland acabadinhas de comprar. Entretanto, quando o trolha lhe responde “hoje fizemos bacalhau, amanhã acho que o almoço são iscas”, o senhor engenheiro já não o ouve por causa do barulho do seu Porsche Cayenne.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Champagne on the docks
Trata-se de um blog muito diferente daqueles que eu estava habituada a frequentar. Intimista, positivo, despretensioso, onde se escreve muito e bem sobre cinema mas não só e onde se exibem belas fotografias que nada devem à arte.
Aqui na Sibéria apreciamos efemérides. Algumas já passadas não foram aqui referidas por não haver um computador disponível. O dia 7 de Agosto por exemplo. Ou o dia 17 de Dezembro, dia do aniversário deste amigo de quem hoje vos falo, que devido a um acontecimento triste também não foi aqui celebrado. Para corrigir a falta resolvi deixar aqui uns postalinhos personalizados, made by nitpicker, dedicados ao meu espaço favorito na blogosfera. Como não consegui decidir qual colocar aqui ficam todos.



Amigo, já agora obrigada por teres criado o blog a 31 de Janeiro. Assim já tenho motivos para festejar este dia que, desde 1987, é dia de neura. Mas nada de tristezas e vamos lá a abrir a garrafa de champagne.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Meanest mom on the planet
Por altura do “Thanksgiving”, Mrs. Hambleton ofereceu a Steven um carro em troca de um acordo que incluia duas condições: manter o carro sempre fechado e nada de álcool. Como verdadeira mãe que é foi revistar a viatura e não só não precisou de chave ( estava aberto, infringindo a regra número um) como tinha uma garrafa de uma bebida alcoólica debaixo do banco da frente.
Steven Hambleton fez o que qualquer adolescente faria: disse que não era dele e que não sabia como a garrafa ali tinha ido parar. A mãe não foi na conversa e para o castigar decidiu vender o carro colocando um anúncio num jornal local explicando o motivo da venda. Ei-lo:
Aprecio pais disciplinadores e admiro o facto de esta mãe ter ido até ao fim com a sua decisão mas se eu fosse adolescente e ela fosse minha mãe da próxima vez que eu encontrasse no carro dela um pacotinho de bolachas ou uma sandocha, fazia-lhe o mesmo. Vejam o vídeo e perceberão porquê.
Jane: It was Smirnoff
Ellen: Smirnoff? It’s just like Listerine*
*Listerine é um colutório. Vá lá, não sejam preguiçosos, o site da Priberam está à distância de um clic. Tenho que fazer tudo aqui é? OK, é um anti-séptico oral.
domingo, 27 de janeiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
Valha-nos Deus, estamos todos lixados II
Não me quero deter a analisar as declarações do sr. ministro porque é sábado à noite e não quero que se perceba que não tenho nada mais interessante para fazer. Mas não resisto a dar uns recadinhos.
Quando o senhor diz que “todos os dias 20 mil pessoas vão às urgências em Portugal”, já pensou que isso acontece porque não há unidades de cuidado intermédio e as que ainda vão sobrando o senhor as está a encerrar? Vamos, sr. ministro, não porque “temos confiança nas urgências”, como o senhor diz, mas porque não temos alternativa.
Com Correia de Campos armado em queixinhas, Conceição Lino armou-se em engraçadinha e perguntou: “está a dizer que esta foi uma semana má para si?”. Não me lembro qual foi a resposta do ministro porque fiquei a pensar que se esta foi uma semana má para o ministro o que diriam (se não tivessem morrido) o que caiu da maca e o que caiu das escadas abaixo.
Também gostei dos gráficos arco íris. Repararam como os que aconselham os nossos políticos já os ensinaram que isto de ir para a televisão mostrar fotocópias a preto e branco não está com nada? Ah pois, Correia de Campos foi munido de uns graficozinhos mais coloridos que as fotos do David LaChapelle.
Mas sabe quem viu que o momento alto desta entrevista foi esta frase: “Temos um excelente Serviço Nacional de Saúde”. Mas esta não comento porque tenho ali um refugadinho que está a começar a pegar.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Valha-nos Deus, estamos todos lixados
Para quem não sabe do que se trata esta reportagem passou ontem à noite e reproduz uma chamada telefónica para o INEM a comunicar a queda de um homem de 44 anos pelas escadas abaixo. Mas vejam e ouçam. No primeiro video temos a conversa entre a operadora do INEM e o familiar da vítima. No segundo, entre essa mesma operadora e o bombeiro de Favaios e também o de Alijó.
Há cerca de duas semanas estive doente e, incapaz que me sentia de conduzir, chamei os bombeiros. Felizmente não moro em Favaios e dos bombeiros não me queixo. Pelo contrário, aqui fica um muito obrigada ao bombeiro que, perante os “valores malucos” (bombeiro dixit) do meu ritmo cardíaco, me levou directamente ao hospital sem passar pelo centro de saúde. Chegada ao hospital Amadora-Sintra fui à triagem e dizem-me que a minha temperatura e a minha idade não justifica a taquicardia. Como tal precisava fazer um ECG “já”. Foi-me atribuída a bolinha laranja que, de acordo com o sistema de triagem de Manchester, é dada aos casos urgentes e que supostamente não devem demorar mais de 10 minutos a ser avaliados pelo médico. Para resumir posso dizer-vos que aguardei mais de meia hora na sala de espera e só fui socorrida ao fim dessa meia hora porque desmaiei. Felizmente não era nada de grave mas, e se fosse?
Este vídeo ilustra bem aquilo a que estamos sujeitos quando necessitamos de cuidados médicos. Aquilo e a quem porque até podemos manter todas as urgências deste país abertas que enquanto estivermos dependentes da incompetência e da falta de formação de prestadores de cuidados, como este bombeiro, só mesmo Deus para nos valer.
P.S. Acabo de ouvir que a família do falecido quer processar o INEM. Se assim é, porque não processar todos seguindo a ordem dos acontecimentos e começar logo pelo irmão da vítima. E não se esqueçam do bombeiro.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
A memory a day keeps the doctor away VIII
Thompson Twins, Hold me now, 1984
Como é que o Armani perdeu esta oportunidade no Renascimento

DAVID, de Victoria
Valete, o Ás do rap tuga
Valete é um rapper português com direito a entrada na “Wikipédia”. Eu não gosto de rap por isso não conhecia o Valete. Mas gosto do Sporting e por causa disso passei a conhecer o Valete, para quem o clube do meu coração está num “estado de quase pré-falência”. Ainda não é falência, também não é bem pré porque é só quase, o que quer que isso seja.
Este verdadeiro artista dedicou algum do seu tempo e menos ainda do seu talento a Paulo Bento. Hmm, talento? Paulo Bento? Ora bolas, isto rima e quando se fala de rap não pode ser, como confirma o próprio na sua autobiografia: “ fui ao Johnny Guitar e vi o Nigga War e os Nexo a actuarem. Pensei: “F***-se estes gajos são muitos bons, vou rimar para quê? Para ser só mais um?”. Não tinha confiança nenhuma, abandonei a ideia de começar a rimar.”
Este abandono não foi contudo definitivo: “ Ninguém percebe como é que pões a jogar um gajo comó Djaló/ diz-lhe que ele é tecnicamente um cataclismo/e que um campo de futebol nao é uma pista de atletismo”. Reparem como se consegue aqui fugir à rima escatológica. Eu, se tivesse uma frase com “Djaló” e “cataclismo” só conseguiria rimar isto com “autoclismo”.
Mas se isto não é suficiente para vos convencer do talento literário desta carta do baralho, passem pelo MySpace e detenham-se na autobiografia. Deixo-vos só com uma passagem: “Éramos pobres comó c***lho. Vivíamos em Benfica, com mais duas famílias. Uma casa de 3 assoalhadas onde viviam 11 pessoas. Era mesmo f***do.”Sounds like poetry...
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Uff, ainda bem que não é feriado
Terrorismo
Para além de Portugal, o Reino Unido e a França foram também alertados para o risco de atentado na próxima semana.
Os serviços secretos espanhóis alertaram Portugal por considerarem que é um dos países europeus em risco de sofrer um atentado terrorista que coincide com a deslocação à Europa do Presidente do Paquistão, Pervez Musharraf.
21 de Janeiro de 2008
Alerta terrorista leva governo a convocar reunião de emergência
domingo, 20 de janeiro de 2008
Happy Birthday to You
Eu é mais a previsão meteorológica
sábado, 19 de janeiro de 2008
A memory a day keeps the doctor away VII
Corey Hart, Sunglasses at night, 1984
Dead or Alive, You spin me round (like a record), 1985
Johnny Hates Jazz, Shattered dreams, 1987
F.R. David, Words, 1983
E agora para estragar tudo dois exemplos de grupos que tinham em mim o efeito que tem hoje o João Pedro Pais...
Prefab Sprout, The king of rock'n' roll, 1988
Cock Robin, The promise you made, 1986
I'll be back, não sei é quando, parte II
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
I'll be back, não sei é quando
1ª quando a gaija que manda aqui tiver recuperado o estado normal de saúde;
2ª quando o bom tempo vier passar uns dias para estes lados;
3ª quando lá para as bandas de Alvalade se conseguir algo próximo de uma equipa de futebol.
...whichever comes first.









